LONELY HEARTS CLUB – ELIZABETH EULBERG

Nome: Lonely Hearts Club
Páginas: 238
Autora: Elizabeth Eulberg
Editora: Intrínseca
Classificação: 4.5/5

Penny Lane Bloom cansou de tentar, cansou de ser magoada e decidiu: homens são o inimigo. Exceto, claro, os únicos quatro caras que nunca decepcionam uma garota — John, Paul, George e Ringo. E foi justamente nos Beatles que ela encontrou uma resposta à altura de sua indignação: Penny é fundadora e única afiliada do Lonely Hearts Club — o lugar certo para uma mulher que não precisa de namorados idiotas para ser feliz. Lá, ela sempre estará em primeiro lugar, e eles não são nem um pouco bem-vindos. O clube, é claro, vira o centro das atenções na escola McKinley. Penny, ao que tudo indica, não é a única aluna farta de ver as amigas mudarem completamente (quase sempre, para pior) só para agradar aos namorados, e de constatar que eles, na verdade, não estão nem aí. Agora, todas querem fazer parte do Lonely Hearts Club, e Penny é idolatrada por dezenas de meninas que não querem enxergar um namorado nem a quilômetros de distância. Jamais. Seja quem for. Mas será, realmente, que nenhum carinha vale a pena?

Leitura imperdível para qualquer pessoa que já esteve apaixonada… ou que jurou nunca mais fazer isso de novo.” Stephenie Meyer, autora de Crepúsculo

Após a forte desilusão amorosa que sofreu com a pessoa pela qual estava apaixonada, Penny Lane resolve ir atrás dos únicos quatro homens que, segundo ela, prestam:  John, Paul, George e Ringo, os integrantes dos Beattles. Ao ver a frase Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band que estava em um pôster da capa do cd de mesmo nome, ela decide criar um grupo de garotas que cansaram de ser enganadas e terem o coração partido, prometendo não mais namorar até o final do ensino médio, o Lonely Hearts Club.
Após a festa de Ex-Alunos, o número de pessoas engajadas no Lonely Hearts Club aumenta muito e começa a ganhar fama em todo o colégio McKinley. Com esse monte de mulher reunida e dizendo que não vão entrar em nenhum relacionamento, os garotos da escola começam a criar confusão e a partir daí a as meninas vão ter que segurar as pontas para manter o clube de pé.
Penny é uma menina forte, decidida. Tenho certeza que se ninguém tivesse entrado no clube, ela continuaria com ele mesmo que fosse a única integrante. Gostei dela. Assim como também gostei bastante de Tracy, a melhor amiga dela. Ela é engraçada e louquinha.
Mas o personagem mais fofo e apaixonante da história é o Ryan. Lindo, inteligente, educado.. Tudo o que uma menina deseja.
Uma coisa que eu não gostei muito foi que esse vício dos pais da protagonista pelos Beattles, que apesar de isso formar situações bastante engraçadas, em alguns momentos pareceu um pouco forçado. Mas tirando isso, tudo bem.
Lonely Hearts Club tem uma história muito fofa e rapidinha de ler. Quando você termina você aprende uma lição muito importante: seja o que você quiser ser. O final é meio previsível, mas, mesmo assim, eu ainda ficava um pouco tensa, torcendo pra que realmente desse tudo certo. Gostei muito da capa e da diagramação. Ficaram ótimas. Recomendo a todos que gostam de uma história divertida e levinha que, no final, vai fazer você querer ser integrante do clube da Penny Lane também (no caso das meninas, claro).

“Eu ia parar de me torturar namorando otários. Aproveitaria as vantagens de ser solteira. Pela primeira vez iria me concentrar em mim. O terceiro ano seria o meu ano. Giraria todo em torno de mim, Penny Lane Bloom, única participante e fundadora do Lonely Hearts Club.”

“- Você tem de admitir: esse clube definitivamente não será um tédio.
– E nem mesmo chegamos à parte em que sacrificamos bodes – e garotos! Ainda!”

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